Designer Gráfico

jul 1, 2014 by

João Rego, junho de 2014.

O designer gráfico se impôs as minhas atividades quando em 1999 criei o site da instituição de psicanálise, O Traço Freudiano, e com ele ganhei o prêmio de melhor site psi da América latina, por uma instituição argentina que vasculhava a internet para dar este prêmio. Daí, foi um passo para dar início da carreira de designer gráfico, começando com a criação de sites para ONGs, como uma forma de criar um portfólio básico. Foram dois prêmios seguido com o Ibest para o site do Movimento Tortura Nunca Mais de Pernambuco e o da Casa de Passagem.

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Carta para Joana Rego, minha neta.

jul 1, 2014 by

João Rego, Recife, 24 de outubro de 2011.

Quando você veio ao mundo nos encheu de apreensão, pois no quinto mês da gravidez de sua mãe os médicos identificaram que você tinha uma má formação na coluna.

Eles chamam isso mielomeningocele, ou espinha bífida. Com esta má formação você vai ter que enfrentar mais desafios que as outras crianças, diante da vida.

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O Que Cantei

jun 30, 2014 by

João Rego, janeiro de 2010.

Minha relação com a música vem desde os meus primeiros anos quando a minha mãe, aprendendo a tocar violão, tocava e cantava para mim e meus irmãos. Ela, depois de várias aulas, desistiu de tocar, deixando para mim, como herança, seu violão e o gosto pela música. Lá pelos meus oito ou nove anos dava início a uma relação com este instrumento, não sabia eu, perduraria por toda a minha vida, passando mais tarde para meus filhos, que dos três, apenas o mais velho, Maurílio, seguiu tocando.

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Minha vida, meus mortos, meus caminhos tortos.

jun 30, 2014 by

O valor do resgate do nosso passado

João Rego
Recife, 9 de abril de 2011.

Diante da inevitabilidade da morte, enigma que nos situa angustiado frente a vida, o registro do passado nos conforta como uma linha de continuidade da qual fazemos parte. Esta linha nos é passada oralmente, através das histórias que nossos pais, avós e parentes mais velhos nos contam na infância. São palavras que transformadas em significantes nos moldam como sujeito humano. Fundam nossos trilhos desejantes, com os quais iremos caminhar pelo mundo; amando, sofrendo, desejando e aprendendo como é próprio do ser humano.

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