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DITOS & ESCRITOS

FRAGMENTOS DO PASSADO.

Posted by on maio 5, 2016 in Infância, Psicanálise | 0 comments

Escrever sobre a morte de amigos próximos e parentes, com os quais convivemos, é também, sob certo aspecto, encarar um pouco nossa própria morte – sim, morremos há cada dia, a cada hora e segundo que se passa.

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A MORTE DO PAI.

Posted by on maio 19, 2015 in Infância, Psicanálise | 0 comments

O grito de terror da minha mãe perpassou o meu corpo. Acordo assustado. Tenho quatorze anos e não imaginava nunca que toda a minha infância estava se dissolvendo naquele momento. Pulo da cama e corro para a cozinha, de onde veio o grito.

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ZÉ VALENTÃO.

Posted by on nov 5, 2014 in Infância | 0 comments

Zé Valentão era baixinho e musculoso. Moreno, trazia a coragem, a honra e a fortaleza do homem do sertão. Quando chegou na Vazante, nossa fazenda próxima a Caruaru, eu tinha uns nove anos.

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60

Posted by on nov 3, 2014 in Família e Amigos, Infância, Política e sociedade, Psicanálise | 0 comments

Esta semana faço sessenta anos. A psicanálise nos lembra que há um único significante ao qual não temos acesso em nossa existência: o da morte.

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O XAMÃ DO AGRESTE

Posted by on out 24, 2014 in Infância | 0 comments

A mãe de Jânio tinha um olho de vidro. Todas as vezes que ia brincar com ele em sua casa, ficava meio arredio quando ela se aproximava de mim.

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A FINCA, A RODA E A ESPADA.

Posted by on out 15, 2014 in Infância, Política e sociedade | 0 comments

À sombra do frondoso pé de Ficus Benjamim, olhando para a Praça Cel Porto, quatro meninos se esmeram para ter as suas fincas afiadas. Rec, rec, rec. Arrastam o pequeno pedaço de ferro de quinze ou vinte centímetros na calçada.

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PAI.

Posted by on out 7, 2014 in Infância | 0 comments

Ele havia chegado de uma caçada. Mal esperou para me pegar e ficar brincando comigo, me arremessando com segurança no ar, para logo depois me apanhar. Ele, deitado no sofá azul e eu, aos dois anos, em êxtase, invadido por uma alegria incontida de estar voando

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A CARNE SECA, A TRAÍRA E SOFIA LOREN.

Posted by on set 18, 2014 in Infância | 0 comments

Mantinha permanentemente pendurados por um cordão, pedaços de carne seca e toicinho. Quando ia cozinhar o feijão, com engenhoso gesto soltava o barbante…

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SEU ELÍDIO.

Posted by on set 2, 2014 in Infância | 0 comments

Foi dele que herdei o valioso hábito de absorver novos conhecimentos sem esperar a ajuda de professor ou escola, simplesmente me lançando na aventura solitária de enfrentar o desconhecido…

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A VAZANTE – FRAGMENTOS.

Posted by on ago 8, 2014 in Infância | 0 comments

Acordo no meio da noite e, desobedecendo a orientação da minha nutricionista, preparo um copo de leite com Nescau. Começo a sorvê-lo lenta e deliciosamente com um prazer infantil de quem faz uma trela…. às memórias vêm aos borbotões,

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