O golpe militar de 64: da ditadura à abertura

abr 28, 2014 by

.O golpe militar de 64: da ditadura à abertura – Uma análise sob a ótica dos partidos políticos no Brasil.

*João Rego

Não se pode compreender o Sistema Partidário Brasileiro (SPB) no período de 1982 a 1990, que funda a atual democracia no Brasil, sem situá-lo no contexto da fase final do regime autoritário de 1964. O atual Sistema partidário Brasileiro, principal suporte – para o bem e para o mal – do processo de consolidação da democracia no Brasil, foi fundado como resultado de uma estratégia de distensão do próprio regime autoritário.

O golpe militar de 1964 teve sua articulação coordenada por três forças políticas que já haviam marcado sua posição no processo político na década de 1950: o capital multinacional associado ao nacional, o capital de Estado e os militares.

A crise política que levou o país à ruptura de sua primeira experiência democrática, iniciada com o fim do Estado Novo, em 1945, possibilitou que, em 1964, as forças golpistas, após as prisões, expurgos e IPM’s, viessem, com o Ato Institucional Nº 2, extinguir todos os partidos que haviam florescido durante o período de 1945.

Encerrava-se assim o primeiro ciclo de uma experiência multipartidária efetiva onde a marca principal foi o surgimento de partidos com abrangência nacional e perfis ideológicos distintos, acompanhando o desenvolvimento urbano-industrial ocorrido na década de 1950.

Para ler o texto completo clique  no título O GOLPE MILITAR DE 64: DA DITADURA À ABERTURA.

 

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* João Rego é engenheiro, mestre em ciência política e tem formação em psicanálise.
Atua, desde 2010, como consultor empresarial em estratégia e inovação.

É Diretor da Factta Consultoria, Estratégia e Competitividade.
É Editor da Revista Será? Opinião, crítica, artigos, ensaios e resenhas.
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Este texto foi publicado originalmente na Revista Será? onde se permite a discussão sobre o tema. Para ter acesso ao texto e suas críticas clique aqui >>>

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